Manaus, 25 de julho de 2024

Um jovem médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra, 31 anos, sendo detido por abusar sexualmente de uma paciente durante uma cesárea em São João de Meriti, no Rio de Janeiro, agora enfrenta uma proibição abrangente em todo o território brasileiro quanto ao exercício de qualquer atividade relacionada à medicina.

A decisão foi tomada em uma sessão do Conselho Federal de Medicina (CFM), que cassou permanentemente o registro profissional de Quintella, indicando que não há possibilidade de recurso junto ao órgão.

A medida impede que o médico exerça não apenas atendimentos clínicos e cirúrgicos, mas também proíbe sua participação em áreas como pesquisa, ensino e gestão médica. A punição severa foi aplicada de acordo com a legislação vigente e destaca a gravidade do comportamento do profissional de saúde. Esta não é a primeira vez que Giovanni Quintella Bezerra enfrenta restrições em sua carreira.

Em março deste ano, o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), órgão estadual responsável pela regulamentação da classe médica, já havia proibido de forma definitiva o anestesista de exercer suas funções. O comunicado do Cremerj na época ressaltou que a cassação definitiva do registro é a penalidade mais alta prevista pela legislação.

Atualmente, Giovanni Quintella Bezerra está detido no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira (Bangu 8), situado no Complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio de Janeiro. A comunidade médica e a sociedade em geral esperam que essa decisão firme do CFM sirva como um precedente para a responsabilização de profissionais de saúde que abusem de sua posição de confiança, garantindo a integridade e segurança dos pacientes.