Manaus, 25 de julho de 2024

As forças de defesa de Israel pediram para que a população da Faixa de Gaza vá para a região de Al-Mawasi, localizada no sul do território. No local, segundo os militares, ajuda humanitária internacional será fornecida conforme for necessário. Em comunicado por vídeo, responsáveis pelas forças israelenses reforçou que toda a população do norte de Gaza deve seguir “o mais rápido possível” em direção a áreas abertas no sul. O alerta veio horas antes do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, chegar a Israel e em meio a protestos em diferentes partes do mundo após um bombardeio a um hospital em Gaza deixar centenas de mortos.

Em Nova York, um grupo pró-Palestina protestou contra a ofensiva israelense e pediu um cessar-fogo. Na Líbia, milhares de pessoas saíram as ruas de Trípoli, onde bandeiras dos Estados Unidos foram queimadas. No Marrocos, uma multidão contrária a Israel se reuniu em frente ao parlamento. Na Tunísia, os manifestantes se reuniram perto da embaixada da França e cobraram ações do país e dos Estados Unidos. Já no Líbano a polícia usou jatos de água para dispersar o protesto convocado pelo grupo xiita Hezbollah em frente a embaixada americana. Um prédio da ONU (Organização das Nações Unidas) na capital Beirute chegou a ser invadido.

Na Cisjordânia, forças de segurança e manifestantes contrários ao chefe da autoridade Palestina entraram em confronto. Disparos provocaram correria e lixos foram queimados nas ruas. Na Jordânia, protestantes queimaram uma bandeira de Israel em frente a embaixada do país. A polícia precisou usar bomba de gás para dispersar a manifestação.

Fonte: JP Notícias
Foto: Reprodução